quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Dilemas da Babi #parte 3 "TPM dando um oi"

É que é assim mesmo, todo mês. Ela chega com um turbilhão de hormônios e sensações fazendo a vida ficar bem mais complicada. JURO que tento não ficar insuportável, mas lamentavelmente é uma coisa incontrolável. O resultado dessa minha tentativa de não ser chata é uma confusão na minha cabeça. Funciona mais ou menos assim, eu versos eu mesma. Sério. 
Mas, na maior parte do tempo eu consigo. Exemplos? 

Quando estou dando aula de TPM e um aluno não entende o que explico (coisa normal, chego a explicar a mesma coisa dez vezes até que ele entenda, planto bananeira se preciso, não me importo) fico irritada, muito irritada e acabo querendo falar meio rude. É aí que ouço aquela vozinha dizendo "não desconte sua TPM nele", respiro fundo e tudo vai bem. 

Ou

quando alguém pisa na bola comigo (geralmente o namorado) e fico com muita raiva, ou magoada, aí tento analisar o que estou sentindo, se faz sentido ou se é a TPM dando uma festa com direito a open bar dentro de mim. 

Isso, ainda dá pra controlar. Mas ninguém pode me impedir de chorar horrores assistindo Moulin Rouge pela milésima vez. Nem eu mesma. E querem saber o motivo? Porque fazendo isso não afeto ninguém a não ser a mim. 

O que estou tentando dizer é, que não justifica sair por ai destratando as pessoas, xingando e etc só porque você está de TPM. Se não dá pra controlar, se isola e beijos. Eu fico insuportavelmente grossa quando estou no ápice da minha TPM, logo, pra que sair e irritar as pessoas? Falar coisas que vou me arrepender? 

Quer dizer, não dá pra parar  o mundo pra esperar a TPM passar, certo? As atividades da vida tem que continuar... por isso na maior parte do tempo quando não dá pra me isolar e ficar quieta no meu canto  acabo ficando meio calada, na minha. É meu jeito de esperar tudo passar. 


Por isso, se eu não estiver normal, se estiver calada no meu canto, me deixem. É só a TPM mandando um oi. 




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